Sucumbir
Vida, para que a tenho,
Se meu coração em prantos encontra-se.
Tudo que vejo, toco e respiro,
So me vem em tristezas, uma escara aberta.
Meu corpo chora a dor da vida,
Minha alma grita por liberdade.
A semente que não vinga em terras secas.
Sou o espelho da nobreza partido ao meio.
Minha alma clama, grita,
Pede piedade a liberdade do espírito.
(Kelly Cristina de Freitas - Boa Esperança - MG - 27/08/2000)
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